ALAGOANA REGISTA CAPITAL CAPITAL SEGUNDA DENSÃO MORTE DO ANO

Um boletim epidemiológico divulgado nesta semana também mostra um aumento nos casos de doenças causadas pelo Aedes aegypti, como dengue, Chikungunya e Zika, além de trazer a confirmação da segunda morte desde a dengue este ano em Maceió. Diante desse quadro preocupante, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) intensificou as ações de fiscalização e educação ambiental, com o objetivo de combater a disseminação do mosquito.

O boletim informativo refere-se à atualização da 40ª semana epidemiológica. Os dados acumulados no ano, a partir de 10 de outubro, mostram que foram notificados 2.486 casos de dengue, um aumento de 208,81% em relação ao mesmo período de 2020, quando houve 805 casos; no mesmo período deste ano, foram notificados 78 casos de chikungunya, um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram 75 casos. Além disso, foram notificados 53 casos de Zika, um aumento de 39,47% em relação à semana epidêmica 40/2020, quando foram notificados 38 casos da doença.

O cenário epidêmico de arbovírus no período sazonal por bairros / bairros indica maior taxa de infestação no Centro, com 1.041,66 casos por 100.000 habitantes; Ponta Grossa, com 542,59 casos / 100 mil habitantes e Mangabeiras, com 477,16 casos / 100 mil habitantes. “Em nosso gráfico de controle, tivemos um aumento de casos desde junho. A estação das chuvas aumenta a oferta de locais de nidificação e aumenta a proliferação de mosquitos, aumentando também a probabilidade de um surto, e isso tem acontecido. Por isso, estamos envidando diversos esforços para controlar os reservatórios e prevenir a propagação da dengue, zika e chikungunya, todas transmitidas pelo Aedes aegypti ”, explica Carmem Samico, chefe do Departamento de Controle de Vetores e Animais Venenosos da Secretaria Municipal de Saúde. A coordenadora chama a atenção da população para os cuidados preventivos, retirando locais que favorecem a disseminação do mosquito dentro de casa e nas áreas externas de imóveis residenciais e comerciais. “Qualquer reservatório que possa acumular água da chuva, incluindo aquelas pequenas poças que aparecem na rua e nos quintais, às vezes escondidas sob um arbusto que cresceu, provavelmente se tornará um terreno fértil. Essas situações precisam ser corrigidas ”, aconselha.

LUTAR

As ações de controle do mosquito incluem a instalação de postos de coleta de pneus na capital. No sábado (23) será a vez de Multieventos (Pajuçara), Faculdade (Prado), Padre Cícero (Benedito Bentes) e Osman Loureiro (Clima Bom).

TERMINE A CHAMADA

Os agentes endêmicos de saúde de Maceió trabalham continuamente nas áreas com maior índice de infecção para garantir a redução da transmissão da dengue na cidade, além de atender a população por meio do Disque Dengue, pelo telefone 3312-5495. Por meio desse contato, a população pode condenar áreas com potencial de propagação do mosquito ou receber orientações para corrigir situações que propiciem a propagação do mosquito Aedes aegypti.

* Com informações da consultoria

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