Costuram máscaras de 12 horas por dia nos arredores da Copa do Mundo para comprar comida – 28/06/2020

A fabricação e venda de máscaras caseiras se tornou um acréscimo à renda de muitas pessoas nessa pandemia de coronavírus. Há mães que ficam aliviadas ao comprar comida para o lar e até tratam o filho como chocolate. Outros trabalhadores, no entanto, dizem que a concorrência está aumentando e as vendas estão caindo. Eles trabalham mais de 12 horas por dia nos arredores de São Paulo para tentar superar as dificuldades. Aqui está a história de alguns deles

A percepção é que o número de pessoas que vendem máscaras está crescendo dia a dia. É o que diz Caroline Galvão (27), representante da marca de joias. Uma máscara TNT descartável (tecido não-tecido) é vendida por R $ 3 e duas por R $ 5. No entanto, a mais comprovada kits 30 máscaras por R $ 35.

O preço da competição pode chegar a R $ 2 no bairro onde ele mora, no Jardim Peri Alto, norte de São Paulo.

Para reverter o cenário ruim, ela e a esposa também começaram a produzir pão e sopas. Entre uma venda de alimentos e outra, Caroline oferece aos clientes máscaras caseiras.

No começo, só podíamos pagar pelo material. Quando começamos a ganhar dinheiro, já havia muitas pessoas se vendendo. Se eu levantar US $ 1.200 por mês eSou eu Boa.
Caroline Galvão

Esse número representa um terço da sua renda antes da pandemia 19.

Chocolate para a filha

Daniela dos Santos faz cerca de cem máscaras em casa

Imagem: Arquivo pessoal

Daniela dos Santos, 35 anos, recebe metade de seu salário como embalagem em uma fabricante de roupas no Brás, no centro de São Paulo, e trabalha dois dias por semana desde o início da quarentena na capital, São Paulo. Com apenas US $ 800 na mão e tempo livre, ele começou a fazer máscaras caseiras para os amigos se protegerem. coronavírusDepois de receber elogios, ele achou que seria bom produzir uma venda.

Sentada atrás de uma máquina de costura, ela passa 12 horas por dia para produzir centenas de máscaras de tricolina que podem ser lavadas e reutilizadas. Daniela prepara o tecido, junta as mãos para criar, higienizar e juntar o material em uma sacola plástica vendida por seu irmão na entrada da estação de trem no lado leste de São Paulo. A máscara custa R $ 4. Os irmãos vendem em média R $ 2.400 por mês.

“Pago US $ 10 por um metro de tecido. Sei que é barato, não acho justo vender uma máscara por US $ 7 ou US $ 8. Há pessoas que não têm dinheiro para comprá-lo”, diz ele.

Agora pago minhas contas de água e eletricidade, vou ao mercado e compro algo mais para minha filha [de 12 anos], É ótimo abrir o armário e ver a comida. Se ele pedir chocolate, eu compro.
Daniela dos Santos

O bolo vendido ainda ganha três vezes

Tabata Barros trabalha mais de 12 dias na confecção de máscaras - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Tabata Barros trabalha com máscaras há mais de 12 dias

Imagem: Arquivo pessoal

O trabalho árduo de costura e costura também faz parte da rotina do desempregado Tabat Barroso (30), de Mogi das Cruzes (SP).

Eu já tinha me mudado às três da manhã. Cansado, há uma coluna que dura tanto tempo.
Tabata Barros

Sem um emprego oficial desde 2014, uma mulher que trabalha por conta própria teve que parar de vender bolos e lanches para professores em uma escola em seu bairro antes do início da quarentena.

A idéia de produzir máscaras caseiras surgiu depois que o marido exibiu com sucesso um modelo que ela fez no trabalho. Autodidata, ele aprendeu a costurar assistindo a vídeos na internet.

As redes sociais, de fato, servem como o principal canal para expandir seu trabalho. A venda é única ou em grandes quantidades, coletada em sua casa ou entregue de moto em conjunto com um parceiro – ao preço de 5 USD. A demanda de enfermeiros por máscaras e chapéus obrigou-a a criar um kit no valor de R $ 25,

Desde o início da pandemia, sua renda mensal chegou a US $ 1.300, três vezes mais do que ela conseguiu com bolos e lanches. Com o dinheiro, ele comprou outra máquina para aumentar a produção. Ele diz que se sente aliviado quando cria seus três filhos, principalmente o mais novo, quatro anos, mas reclama de fadiga física.

Às vezes me pergunto se realmente vale a pena. As crianças querem atenção, querem brincar, têm atividades escolares. Depois, inspiro e digo que preciso fazê-lo, porque esse dinheiro ajuda. Faço isso porque sou um guerreiro.
Tabata Barros

Diarista aumenta salário

Aldirene Leite, empregado de limpeza diário, começou a produzir máscaras - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Aldirene Leite, desempregada, empregada doméstica começou a produzir máscaras

Imagem: Arquivo pessoal

A urgência em reembolsar as contas e colocar a comida na mesa motivou Aldirene Leite, 40 anos, a fazer máscaras caseiras. Ela trabalha como trabalhadora, sem uma autorização oficial, e o orçamento era apertado porque ela não pôde trabalhar sua profissão por dois meses.

A ajuda financeira de seu irmão foi um dos poucos ingressos de dinheiro para sua casa – até que a ocupação temporária tomou forma. Ela comprou uma máquina de costura industrial usada de um amigo para acompanhar os pedidos.

Os primeiros dias foram difíceis, mas me ajustei gradualmente até alcançar o resultado desejado. Morador de Itaquaquecetuba (SP), Aldirene fatura US $ 1.500 por mês com vendas. Ele começou a usar caracteres mascarados.

Minhas maiores demandas são Mickey e Minnie.
Aldirene Leite

Além de kits para adultos e crianças, também vende uma máscara com uma tiara, para proteger os ouvidos e não causar desconforto.

A maior parte da receita vem da ajuda de amigos que ofereceram aos clientes o fornecimento do acessório.

Eu me perguntava desesperadamente como iria pagar as contas. Não estou inclinado a superar dificuldades, prefiro procurar soluções. E na dificuldade vejo com quem posso confiar. Obter ajuda de um amigo sem nada em troca é muito útil.
Aldirene Leite

Além das vendas, a Aldirene apresenta máscaras para quem não pode pagar

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