Fevereiro 28, 2021

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Descoberto no Paraná segundo o caso H1N2 em 2020

Outro caso de H1N2 foi descoberto na cidade de Rebouças, localizada na região Centro-Sul do Paraná.

O caso, que é um subtipo incomum do vírus influenza A, foi descoberto em uma criança de quatro anos que morava em uma área rural do município, segundo o Ministério da Saúde do Estado.

Este é o segundo caso descoberto no estado neste ano. O primeiro foi identificado em abril, em Ibiporã, em uma mulher de 22 anos que se recuperou rapidamente. A criança infectada também passa bem, sendo acompanhada em casa.

Os pais da menina a levaram ao Hospital Darcy Vargas no dia 16 de novembro, com febre de 39 ° C, dispneia, dificuldade respiratória, coriza e cefaleia. A amostra foi coletada para pesquisas sobre o vírus respiratório, e o Laboratório Central do estado (Lacen) a avaliou por meio da detecção do vírus influenza A.

A amostra foi então enviada ao Laboratório Nacional de Referência do IOC-Fiocruz, do Rio de Janeiro, que sequenciou o genoma viral completo e determinou o subtipo H1N2. Como a ocorrência é obrigatória, o Ministério da Saúde encaminhará relatório à Organização Mundial da Saúde (OMS) e à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Especialistas da área técnica de vigilância sanitária paranaense, do Laboratório Central do Estado, do Ministério da Saúde, do Ministério da Agricultura e da Fiocruz articulam as ações de investigação e controle do caso.

Uma equipe do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e da Secretaria Estadual de Vigilância de Doenças Transmissíveis esteve esta semana em Rebouças, fazendo uma análise retrospectiva do caso, reunindo novos materiais e pesquisando uma rede de contatos. a família da criança infectada.

O H1N2 é um subtipo do vírus influenza A, e o laboratório da Fiocruz realiza análises filogenéticas para entender detalhadamente a cepa encontrada.

O Paraná realiza dois tipos de vigilância para vírus respiratórios: coleta semanal de amostras de pessoas com sintomas gripais em 34 unidades sentinelas da Secretaria de Saúde e coleta obrigatória de material de pacientes internados por síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Relatora Vanessa Fernandes com informações da SESA