Janeiro 19, 2021

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Filhas viram de tudo: Homem mata ex-companheira, juíza do Rio de Janeiro

A juíza Vivian Vieira do Amaral Aronenci, 45, foi acusada do assassinato de uma mulher nas mãos de Paolo José Aronenci.

Publicado por:
EFE

Fontes oficiais confirmaram na sexta-feira, 25 de dezembro, que um juiz de um tribunal do Rio de Janeiro foi morto a facadas na frente de seu ex-marido e das três filhas do casal no dia de Natal na capital, Rio de Janeiro.

A juíza Vivian Vieira do Amaral Aronenci, 45, foi acusada do assassinato de uma mulher nas mãos de seu ex-companheiro Palo José Aronenci, que esfaqueou a mulher na frente de suas três filhas, na Barra da Tijuca. O Rio, em nota, informou a polícia.

A pessoa foi presa imediatamente no local e está presa.

O massacre, cujas imagens circularam amplamente nas redes sociais, causou polêmica no Brasil.

Segundo as autoridades, o suspeito já havia sido condenado em outras ocasiões por agressão sexual, e houve uma intimação policial fornecida pelo juiz, mas posteriormente cumprida.

Assassinato covarde

Em nota, a Justiça do Estado do Rio de Janeiro expressou profunda tristeza pela morte do juiz.

Por sua vez, a Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro (Amarj) e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMP) manifestaram “profundo pesar” pelo “assassinato covarde” e prometeram que o crime não ficaria impune. .

“Simplesmente veio ao nosso conhecimento então. O feminicídio é fortemente rejeitado pela sociedade brasileira. O Brasil precisa seguir em frente. O que aconteceu nesta quinta-feira na Barra da Tijuca é totalmente inaceitável “, disse Felipe Convells, presidente da associação.

“O feminismo é a epítome de uma sociedade ainda marcada pela violência sexual. Temos que lutar contra esse mal”, concluiu Renata Gill, presidente da AMB.

Em 2019, 1.326 mulheres foram assassinadas no Brasil, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020, que o Conselho de Segurança Pública do Brasil vem elaborando há 14 anos.

Só nos primeiros seis meses de 2020, a empresa sul-americana registrou 648 antibióticos femininos, apesar de uma proibição entre março e junho para conter a disseminação do vírus corona no país.

Da mesma forma, das mortes classificadas como homicídios dolosos, mas não considerados homicídios, o número de mulheres assassinadas foi de 1.861 entre janeiro e junho, ante 1.834 no mesmo período do ano passado.