Novembro 27, 2020

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Mudança de Soares e do FC Porto para a China: ″ Mandarim? Nem português certo … ″

Soares deixou o FC Porto porque entendeu que essa era a vontade do clube. No entanto, ele menciona em entrevista ao O GOGO que a experiência do Dragão foi “mágica”

Contratado pelo Tianjin Teda no final de setembro, Soares não conseguiu fingir algumas dificuldades para se adaptar ao campeonato chinês e viu uma lesão roubá-lo de algum tempo de jogo. Então ele acabou fazendo apenas quatro jogos e adiando gols para a próxima temporada.

Que realidade você encontrou na China?

-Sabemos que o futebol é igual em todo o lado, mas é totalmente diferente do que pensei que encontraria. Estou tentando me adaptar o máximo possível ao estilo de jogo do meu time. Passei muito tempo na Europa, então vou precisar de algum tempo para me ajustar ao estilo de jogo de Tianjin Teda.

O campeonato correspondeu às suas expectativas?

-Está se adaptando. Os primeiros dois jogos foram muito bons. Então me machuquei e tive que esperar um pouco mais. Isso me machucou um pouco. Passei muito tempo em Portugal e estou a tentar mudar o estilo de jogo para que a adaptação seja mais rápida.

“Mandarim? Nem português …”
Soares sorri quando lhe perguntamos se ele pode dizer uma palavra em mandarim em cerca de dois meses. “Eu nem falo português direito [risos]”, atire.” Acabei de aprender a dizer “ni hao”, que é olá. O idioma é difícil, mas tenho certeza que com o tempo vou aprender muito sobre o país ”, afirma.

A esteira era a melhor amiga isolada

Os primeiros 15 dias de Soares na China foram passados ​​isolado. Uma experiência que o invasor prefere esquecer. “Foi muito ruim ficar sozinho em um quarto de hotel, sem falar com ninguém e apenas com uma esteira para correr. Foi um aprendizado diferente”, afirma.

A história da gaivota “Zefinha”

A relação entre Soares e “Zefinha” durante a prisão obrigatória em Portugal encantou os seguidores do agressor no Instagram. O brasileiro agora conta como tudo começou. “Eu estava assando carne na varanda e vi a gaivota. Joguei um pedaço de carne, ela se acostumou e vinha comer todas as manhãs, tardes e noites”, relata.