Na natureza, o ônibus pode ser levado ao Museu do Alasca em 31 de julho de 2020

O famoso ônibus que serviu como acampamento final do aventureiro Christopher McCandless, cuja história é contada no filme “In the Wild”, de acordo com o plano das autoridades do Alasca, pode ser preservado como uma peça de museu.

O Museu da Universidade do Alasca em Fairbanks oferece acomodações para um ônibus, que o estado pegou no mês passado, de onde ficou seis décadas perto do Parque Nacional Denali.

O ônibus dos anos 40 foi uma atração para os fãs do livro de 1996 “Into the Wild” e do filme de 2007 “In the Wild”.

Ao longo dos anos, centenas de pessoas ousaram passar o tempo em um ônibus abandonado, onde McCandless ficou 114 dias antes da fome de 1992.

Muitos dos que fazem a peregrinação ao local estão em risco, levando os estados a tomar o ônibus para fora da pista comemorada por McCandless.

Dois andarilhos se afogaram enquanto atravessavam o rio. Os outros foram resgatados após serem feridos ou presos. Em fevereiro, cinco turistas italianos foram resgatados, um com pernas congeladas, e em abril um turista brasileiro encalhado foi levado de helicóptero.

A oferta do museu permite que o estado se lembre de todos aqueles que se refugiaram no ônibus, evitando o “espectro de lucros” da tragédia, afirmou o comissário de Recursos Naturais do Alasca Corri Feige em comunicado.

“Acredito que dar um ônibus Bus 142 para uma casa comprida em Fairbanks pode ajudar a preservar e contar as histórias de todas essas pessoas”, disse Feige.

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