Turno Zero

Notícias Completas mundo

“No próximo mês podemos ter dois mil casos” – Observador

Os números da quinta-feira estavam esperando. Só não esperava que fossem dois dias, quinta e sexta-feira, muito acima da média. Agora precisamos olhar para os próximos dias e ver se essa tendência continuará a ser vista, se de fato esses números são indicadores do início de uma nova tendência. Os dados de sexta-feira foram uma surpresa porque segundo nosso modelo ele esperava um valor de cerca de mil caixas.

O sábado nos trouxe 1.646 novos casos. Está dentro de suas previsões?
Sim, embora estejam acima da tendência diagnóstica. Ou seja, em termos de número de infecções, estão dentro da estimativa; em termos de diagnóstico – que costuma ser um pouco atrasado – estão acima da média, o que pode ser reflexo de um maior esforço de teste e verificação, ou seja, maior eficiência das equipes que estão em campo e maior capacidade de processamento de testes.

Os números devem cair um pouco nos próximos dias, no que diz respeito às notificações. Mas a partir de agora, seguindo esta tendência definida nesta semana, espera-se que em média os números semanais (média semanal) passem sempre a ser superiores a 1.500 casos diários.

O que isso nos diz em termos de propagação da doença?
Para saber isso, precisamos olhar a data de início dos sintomas da pessoa infectada, não a data em que o relatório do exame dessa pessoa saiu. Os epidemiologistas vão ainda mais longe: pegam esses dados e os corrigem de acordo com o período de incubação do vírus. Na verdade, é uma curva epidêmica, ou seja, uma curva de data de infecção. É extremamente difícil calcular, mas o Instituto Ricardo Jorge faz isso e se chama tristeza.

.js">

Um especialista em biologia quer saber a propagação de uma infecção, não de uma doença, porque a ideia é tentar identificar quem está infectado para evitar que uma pessoa infectada infecte outras pessoas. Portanto, ele não se preocupa com o número de casos que foram oficialmente notificados: o número de casos que estão infectados hoje é importante. Funciona ao contrário: relatamos casos, examinamos cada procedimento de caso para ver quando os sintomas começaram e o caso segue para essa data. Se faltarem sete dias para o caso ser relatado, pule para sete dias antes. Isso é uma coincidência nos relatórios SBS [Direção-Geral da Saúde], em outra página.

Como isso é feito, visto que há muitos casos assintomáticos?
Se olharmos para este gráfico, temos o número exato de casos confirmados de acordo com o início dos sintomas, diagnóstico ou data de notificação. Há casos em que o médico não conseguiu reconhecer quando os sintomas começaram, como em pacientes assintomáticos, e neste caso passa para a data da colheita. Se houver dúvidas ou não se souber quando foi feita a coleta, vai para a data da notificação, ou seja, quando saiu o resultado.

Barras de boletim às quais o matemático se refere

Esse é o significado dessas listras azul claro e azul escuro [nos mapas diários da DGS]. As listras azuis escuras são os casos indicados na data do diagnóstico ou notificação; e listras em azul claro são os casos em que a data de início dos sintomas é conhecida. O que os epidemiologistas estão fazendo é corrigir ainda mais esses dados: aplicam uma distribuição que descreve, dependendo do período médio de incubação do vírus, o dia em que as pessoas são infectadas.

Mas o intervalo entre o dia da infecção e os sintomas também pode variar de caso para caso.
O período médio de incubação é de cinco dias, podendo chegar a quatorze dias, mas isso é descrito por uma função matemática. Portanto, um modelo matemático é executado a cada dia que distribui o número de casos na data da infecção. E com base nisso, eles calculam R

Gabriel Ana

"Estudante apaixonado. Nerd do Twitter. Viciado em bacon ávido. Desordeiro típico. Pensador. Webaholic. Empreendedor."

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Previous Post Morte de navegador espanhol cancela corrida de rali na Marinha Grande | Ralis
Next Post Helena Coelho fala sobre a reação de Cristina Ferreira à gravidez: “Você disse que estava tudo bem” – Celebridades