Janeiro 23, 2021

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O Maranhão registrou mais de 1.700 casos de dengue em 2020. | Maranhão

O Maranhão já registrou 1.768 casos de dengue, 64 zika vírus, 105 chikungunya e não registrou febre amarela, mostram dados do Ministério da Saúde do estado nesta segunda-feira (21). Em 2019, foram registrados mais de 2.500 casos de dengue, zika e chikungunya no país.

Por isso, a carteira estadual, em parceria com a Prefeitura do Paço do Lumiar, lança nesta terça-feira (21) a Campanha “Participe do combate aos mosquitos!” No Espaço Vivência, no bairro do Maiobão. O objetivo da atividade é iniciar a mobilização antes do inverno chuvoso no estado, período favorável à propagação dos mosquitos transmissores da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

No bairro do Maiobão, agentes endêmicos farão visitas domiciliares para orientação sobre prevenção e análise de possível espaço de disseminação do mosquito. Além dessa atividade, a SES passou a aplicar inseticidas com carrinho de fumaça na segunda-feira (21), em horários estratégicos, às 5h e a partir das 17h, quando as fêmeas buscam refeição de sangue (contato com sangue humano).

A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti por meio de quatro sorotipos de vírus (1, 2, 3 e 4) comercializados no país. A intensidade da circulação varia e surtos de doenças geralmente ocorrem quando há uma mudança na circulação. Existem dois tipos de dengue, comum e hemorrágica, que é o tipo de doença mais forte.

De acordo com o boletim médico do Ministério da Saúde, entre os principais sintomas estão temperatura elevada (acima de 38 °), fortes dores musculares, dores nos movimentos dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.

O diagnóstico é feito por um médico por meio de exames laboratoriais. Se você tiver algum desses sintomas, é importante procurar atendimento médico para diagnóstico e tratamento adequados. O Sistema Único de Saúde (SES) oferece tratamento gratuito para a doença.

Vírus Zika e Chikungunya

O zika também é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, pela relação sexual e, em mulheres grávidas, a infecção afeta fetos que podem nascer com microcefalia. Os sintomas incluem vermelhidão e coceira no corpo, baixa temperatura, ausência de conjuntivite sem secreções, dor nas articulações e dor de cabeça.

Para combater a infestação do mosquito que transmite, além do apoio governamental, o cidadão também pode eliminar as epidemias adotando estratégias de controle do mosquito. Ver abaixo:

  • Coloque areia em vez de água nos vasos de plantas. Para quem tem água, limpe bem com escova e sabão, não adianta só usar água;
  • Não jogue lixo e lixo em locais sem coleta;
  • Calhas para água limpa;
  • Não deixe água parada em garrafas, tampas, baldes, bacias, pneus;
  • Feche o tanque de água;
  • Uso de repelentes;
  • Coloque água sanitária nos ralos.