O ministério está recuperando as conversas de Bia Doria sobre os sem-teto

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (IMFDH) se opôs a Bia Doria, a primeira-dama do estado de São Paulo, e disse que “estava certo, sim, dar às pessoas em situações lancheiras, abrigo, acomodação e dignidade de rua”.

Disse a primeira dama de São Paulo, em conversa com a socialite Onda Marchiori, quem pensa que é errado dar comida ou roupas aos desabrigados. Para ela, “uma pessoa deve estar ciente de que precisa sair da rua” e muitos não estão dispostos a assumir “responsabilidades”. Após as consequências negativas, Bia pediu desculpas e disse que a sentença foi tirada de contexto.

Hoje à noite, o Ministério, liderado por Damares Alves, que está isolado após se encontrar com o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), disse que estava positivo para a covid-19 – emitiu uma nota sobre o episódio envolvendo a esposa do governador João Doria (PSDB).

“A população de rua precisa de políticas públicas bem definidas. Essa condição que priva a dignidade das pessoas deve ser enfrentada por projetos que efetivamente promovam uma saída da situação nas ruas”, diz a nota no mapa.

“O IMFDH está ciente disso e está trabalhando para sugerir aos estados e municípios uma maneira de mudar essa história. Mas até que esses projetos sejam implementados, a primeira ação que precisamos pensar (não é a única) é dar comida a essas pessoas. É certo dar caixas para almoçar com as pessoas na rua! E abrigo, acomodação, dignidade “, acrescentou a nota.

Esta é Bia Doria

Numa conversa com Onda Marchiori, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo Paulista Bia Doria falou sobre alguns projetos como comida solidária e solidariedade de inverno. “Meu projeto principal é um inverno sólido. Estamos coletando novos cobertores. Não há roupas usadas”, disse ela, que é presidente do Fundo Social de São Paulo.

Então ele disse: “mas, veja, falando em projetos sociais, algo muito importante é assim: pessoas que estão na rua … Não há problema em sair na rua e almoçar, porque uma pessoa tem que estar ciente de que precisa sair da rua. Como a rua é atraente hoje, as pessoas gostam de ficar na rua “.

“Uma pessoa quer receber comida, ele quer roupas, ele quer ajuda e ele não quer ter responsabilidade. Isso é errado, muito errado”, concluiu.

Bia Doria diz que a frase é retirada de contexto

A primeira dama de São Paulo falou depois de reagir ao caso. “Infelizmente, eles tiraram do contexto a frase que eu disse em um vídeo na internet. O que eu acho é que, se conseguirmos convencer as pessoas que vivem na rua, a irem a abrigos públicos, onde terão comida de qualidade dentro dos padrões de higiene. vigilância sanitária, ofereceremos a eles mais qualidade de vida ”, escreveu ele em sua conta no Instagram.

“É nisso que acredito: criar condições para que as pessoas saiam das ruas e alcancem autonomia e dignidade”, acrescentou Bia Doria, que pediu desculpas.

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