Como a tecnologia se tornou uma política pública para a resiliência das cidades do país

Em pré-Covide-19, governos de todo o mundo competiram por vários prêmios com reconhecimento de diplomas inovação e o uso de tecnologias avançadas em seus projetos e políticas públicas. Foi uma batalha de cidades inteligentes (ou cidades inteligentes, como foi decidido adotar no Brasil).

Com os funcionários trabalhando remotamente, a resiliência e a preocupação com a cibersegurança alcançaram outro nível – não mais como um “luxo”, mas como um item necessário.

Assim, as cidades que foram timidamente confrontadas com os movimentos da Quarta Revolução Industrial foram forçadas a celebrar o casamento forçado da noite para o dia – sem partido. Cidades do mundo todo adotaram a tecnologia como um meio de sobrevivência e não apenas como uma estratégia de “inteligência”, mas principalmente como uma política pública de resiliência.

Essa transformação digital aconteceu muito antes dessa nova pandemia. A tecnologia já capacita os cidadãos e aumenta significativamente o papel de nossas cidades, mas agora a verdadeira perturbação não é a própria tecnologia, mas a velocidade da mudança.

Blogger de Viés Renato de Castro discutiu o tema da “Nova Norma das Cidades” com o professor e advogado Vitor Antunes, que atualmente assessora o município de Salvador em seu plano de cidade inteligente, Cláudio Maltez, CEO da Cogel – Companhia de Governança Eletrônica de Salvador e Claudio Ricardo Gomes de Lima. Presidente da Fundação Citinova – Fundação para Ciência, Tecnologia e Inovação em Fortaleza e ex-Reitor do Instituto Federal de Cearána.

Esse “novo normal” após uma pandemia certamente provocará o pensamento sobre o que é, de fato, “inteligente” – tecnicamente entendido como algo acima das expectativas dos cidadãos – e o que os tempos de pandemia nos revelam como necessidades reais de um ecossistema urbano minimamente resiliente.

Assista ao vídeo completo da entrevista abaixo:

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