Dezembro 4, 2020

Turno Zero

Notícias Completas mundo

Menina de três anos martelada até a morte pela mãe

Natalia supostamente tomou uma overdose de antidepressivos antes do crime macabro. Meu pai encontrou um cenário de terror em casa.

Uma mulher, acusada de matar sua própria filha, uma menina de três anos, com um martelo, está em estado crítico após tentar cometer suicídio. O caso, ocorrido em Kirovgard, na Rússia, está chocando o mundo.

Segundo a investigação, Natalia Petunina atacou a pequena Lisa depois de tomar uma enorme quantidade de antidepressivos. A mãe estava sozinha com a filha, no apartamento da família, na última sexta-feira, quando ocorreu o ataque.

Ao chegar em casa do trabalho, o marido de Natalia e pai de Lisa, Vladimir, encontrou a criança morta em uma poça de sangue em um cenário de extrema violência. Ele ligou imediatamente para os serviços de emergência, mas quando chegaram ao local, não havia nada a ser feito por Lisa. A causa da morte da menina foram violentos golpes na cabeça, feitos com um martelo, que desfizeram seu crânio.

Sua mãe, Natalia, tentou suicídio e por isso foi levada ao hospital em estado grave.

“Ela não conseguiu levar a cabo o plano porque o marido voltou para casa e chamou os serviços de emergência e as autoridades”, disse Valeriy Gorelykh, porta-voz da polícia local, a repórteres.

Uma investigação foi iniciada e Natalia pode pegar até 20 anos de prisão se for condenada pelo assassinato de sua filha, mesmo que a mulher estivesse sob efeito de medicamentos. “Antes da tragédia, a mãe tomava muito mais remédios do que deveria. Isso poderia desencadear um comportamento agressivo contra a criança”, disse o porta-voz da polícia sobre as investigações.

.js">

A família e os amigos de Natalia estão em choque. Eles garantem que, apesar de lutar contra uma depressão, a russa foi “uma boa mãe”. “Natália, sempre que a víamos, fazia isso porque estava de bom humor. Amava a filha e cuidava bem da menina, sempre foi bem cuidada”, relata uma amiga de sua mãe acusada de homicídio.