Novos Mutantes pode trazer a beleza de um filme separado do espaço 22.05.2020

Os “novos mutantes” compartilham com Mick Jagger o mérito duvidoso de ser um pé terrivelmente frio. Desde o seu lançamento, em 2017, a aventura mutante da Marvel foi abandonada e devolvida à gaveta tantas vezes que terminou em um órfão. Dirigido por Josh Boone (“Bug nas Estrelas”), o filme seria uma tentativa de usar os personagens para criar um terror legítimo, uma mistura incomum de “Club of Five” com “Stranger in the Nest”.

A incerteza quanto à direção do projeto se misturou com todo o processo de compra da Fox pela Disney. Com a deposição de poeira, “Novos Mutantes” não faz mais parte do universo inexistente de heróis mutantes que começou em 2000 com os “X-Men” (terminou com a decepcionante “Fênix Negra”). Também não foi aprovada a carteira do clube do MCU, que vincula personagens da Marvel em filmes como “A Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Visualizadores: Ultimato”.

Isso deixa o filme de Boone em uma posição um tanto privilegiada: sem a obrigação de estar vinculado a uma dúzia de outras produções, “Os Novos Mutantes”, que marcou sua estréia em agosto, pode ser apreciado como um filme único, de mérito próprio, que pode ser gasto ser necessário inserir na embalagem. Essas “notícias” vindas do passado são o foco das minhas colunas de vídeo desta semana.

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