A mãe da santa, amaldiçoada pelo presidente da Fundação Palmares, aponta para o racismo religioso: “Estou confuso”.

“Até agora, ainda estou confuso com os sons. Estou realmente chocado. Ele tentou colocar o meu moral. É sobre racismo religioso.” A explosão é Adna dos Santos, uma mulher religiosa chamada “macumbeira” e “times to times” pelo presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo. A polícia civil federal está investigando o caso.

Adna é conhecida como mãe bahá’í, trabalhou por quatro anos na Fundação Palmares e atualmente é coordenadora de políticas para a promoção e proteção da diversidade religiosa na Secretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial no distrito federal.

Para Twitter, a mãe da santa disse que tinha acesso a gravações de áudio via mídia social. Ontem, ela foi registrar um boletim de ocorrência na Delegacia Especializada em Crimes de Discriminação Racial e Religiosa. O caso está sendo investigado como violação e discriminação racial.

“Quando ouvi isso, não acreditei. Foi uma grande injustiça. Não conheço essa pessoa (Sérgio Camargo), nunca trabalhei com ele. Foi uma farsa, uma lesão. Difamação. O público deixa claro. Cancelei porque era meu papel eu representei a todos que ele foi ferido por uma mensagem tão preconceituosa ”, ressalta.

A Comissão de Direitos Humanos do Conselho Legislativo do Distrito Federal (CLDF) pediu hoje ao Ministério Público que tome medidas contra o presidente da Fundação Zumbi dos Palmares.

Para Fábi Felix, presidente da Comissão de Direitos Humanos da CLDF, o lamento do discurso sobre Sérgio Camargo é lamentável. Segundo ele, todas as agências serão informadas para que medidas apropriadas possam ser tomadas contra os representantes.

“Sérgio usou o racismo religioso usual para atacar uma mulher que lutou por anos para defender a população negra. Não aceitaremos nenhum tipo de violência contra a nossa. Sérgio deve ser responsabilizado por toda desonestidade e violência que cometeu contra negros no país. Brasil. Nosso foco será sobre intolerância religiosa, mas também sobre racismo ”, explicou.

“Orçamento para terreiros”

Em um som que ele recebeu no jornal O Estado de S. Paulo Camargo cita Adna dos Santos e diz que não fornecerá fundos para terreirore, alusão a lugares usados ​​para cerimônias de candida e outras religiões de origem africana.

“As pessoas aqui vazam informações para a mídia, passando para a mãe dos santos, a mãe da macumbeira, a mãe da Bahia, que ficou aqui, tornando a vida de todos infelizes”, disse ele.

Na mesma filmagem, insultando religiões de ascendência africana, Camargo classificou o movimento negro como um “ladrão maldito” habitado por “carroças” e chamou Zumbi de Palmares “o filho da puta, que escravizou os negros”.

Questionada sobre uma possível Camargue, a mãe dos bahá’ís disse que entraria em contato com ele e só esperava que Deus acendesse sua mente para refletir sobre o que ele havia dito. Ela também quer justiça.

“Sou negro, sou mãe, sou avó, sou religioso, pertenço a um terreiro … mas sou homem. Ele tentou questionar minha moral, a de negros, umbandistas. A justiça será feita. Tenho fé”, afirmou. .

Camargo fala sobre “filmagem ilegal”

Em nota, o presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Sérgio Camargo, disse lamentar a “gravação ilegal de uma reunião interna e privada” e reiterou que a Fundação, alinhada ao governo federal, está sob o novo modelo de ordens.

“O comando é mais eficiente, mais transparente, focado na população, não apenas em certos grupos que, chamando-se representantes de toda a população negra, lucraram histórica e intencionalmente com dinheiro público. Infelizmente, ainda existem pessoas na administração pública que não se apropriaram dessa mudança.” e eles estão tentando desconstruir o trabalho sério que está sendo feito. Continuamos firmes em favor do Brasil e dos brasileiros, diz a nota.

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