‘A passagem da noite’: por que vale a pena assistir ao filme que todo mundo está falando – 11.6.2020

Embora não haja cinemas ou novos sucessos de bilheteria como “Mulher Maravilha 1984”, o filme se tornou uma sensação boca a boca em quarentena: “Transience of the Night”, uma ficção científica de baixo orçamento, Amazon Prime Video, feita por um diretor completamente desconhecido.

A história segue dois adolescentes que moravam em uma pequena cidade americana na década de 1950 e receberam um sinal estranho, que pode ter vindo de outro mundo. Mas o que, afinal, um filme tem sobre o qual tantas pessoas falam? Twitter já vi e diz a você:

Isso é realmente bom?

Que! “Night of the Past” é divertido, original e muito bem-executado – é a prova de que você não precisa gastar milhões e milhões para ter um bom filme.

A operadora de telefonia Fay (Sierra McCormick) e o locutor de rádio Everett (Jake Horowitz) são protagonistas carismáticos, e sua aventura os encanta, com a quantidade certa de dúvida e facilidade. Envolva-se imediatamente na trama, que possui um maravilhoso bônus fotográfico que mostra uma boa noite de viagem.

Nostalgia mil

A quarentena deixou muitos nostálgicos, e “A Transitoriedade da Noite” é praticamente um balde de nostalgia. Não é que a história não seja original (é!), Mas se refere a clássicos como “ET” e “Beyond Imagination” e é contada de uma maneira que leva você de volta aos anos cinquenta – ou ao cinema dos anos 80.

O filme também tem alguns “ovos de Páscoa”. A estação de rádio de Everett, por exemplo, é chamada WOTW, uma referência à “Guerra dos Mundos”, o enredo da invasão alienígena de H. G. Wells (sim, a que inspirou o filme de Tom Cruise).

Diretor de Prodigy

A qualidade de “Wave Night” não é por acaso: é o resultado da paixão do diretor estreante de 38 anos, Andrew Patterson. Além de dirigir as filmagens e financiar todo o projeto por pouco menos de um milhão de dólares, ele colaborou com Craig W. Sanger (que atuou como pesquisador) – mas não espera ver o nome de Patterson na lista de escritores.

Ele assina o roteiro de um filme sob o pseudônimo James Montague, uma idéia tirada de cineastas como The Coen Brothers (que editam seus filmes como Roderick Jaynes) e Steven Soderbergh (que Peter Andrews se volta em sua direção de fotografia). A propósito, Soderbergh já é um fã de Patterson:

Existem três habilidades que um cineasta pode dominar: contar histórias, desempenho e câmera. Havia muitas pessoas boas que tinham boas carreiras sabendo uma ou duas dessas coisas. Mas é raro ver alguém dominar os três, e isso é significativo, não apenas em um filme, mas no primeiro.

Crítica social, mas sem texto

Mesmo com um elenco quase branco, uma das peças mais memoráveis ​​“Past Night” vem do ator negro Bruce Davis. Sem nenhuma aparência na tela, sua voz pelo telefone orienta o destino da conspiração e inclui um comentário social. Esse recurso faz dessa falta de diversidade uma ferramenta poderosa para criticar o racismo e a segregação.

As críticas ao sexismo ainda mais intenso da década de 1950 também aparecem no texto de Patterson e Sanger, sob a forma de monólogo da atriz Gail Cronauer, focado na maternidade e vinculado às expectativas limitantes da sociedade machista. A cena também é uma das mais impressionantes do filme, e a tensão é alta apenas com a profundidade de diálogos bem escritos.

Gostei do filme, o que mais posso ver nessa linha?

“Contatos diretos de terceiro grau” (UOL Play)

O clássico que estabeleceu o “status quo” dos filmes invasivos em 1977. Dirigido por Steven Spielberg após o sucesso de “Tubarão”, ele ainda hoje surpreende pela qualidade técnica de seus efeitos.

“E. T. ” (Reprodução UOL)

Uma versão simpática e cordial da invasão alienígena, também assinada pelo Mestre Steven Spielberg. Além disso, ainda marca o lançamento de Drew Barrymore na estrela.

“Visitantes estranhos” (vídeo principal)

Um bom exemplo de quando mais ou menos está nos cinemas, este thriller com Christopher Walken aposta na suspeita da existência de algo estrangeiro como personagem central na criação de tensão.

‘Invasão’ (vídeo principal)

Antes de se tornar sinônimo de controvérsia escatológica e comédia televisiva, Charlie Sheen estrelou este filme competente que opera com a idéia de interceptar mensagens do espaço.

‘Guerra dos Mundos’ (Netflix)

E o Spielberg, mais expansivo, pedindo carona para Tom Cruise na correria de sempre? Esta adaptação da história de H.G. Wells tem mais disso; necessário para os fãs do diretor.

‘Distrito 9’ (UOL Play)

Outro grande trabalho de estréia que surpreendeu o diretor, o filme usa linguagem documental e efeitos visuais impressionantes para convencê-lo de que os alienígenas são reais e discutir questões sociais poderosas.

‘Sob a pele’ (vídeo principal)

Mais íntima e artística, essa história de um alienígena se disfarçando de homem para se alimentar de homens carrega uma performance impressionante de Scarlett Johansson.

‘Chegada’ (Netflix)

Amy Adams brilha nesta história de invasão que infunde perfeitamente uma sensação de sobrecarga que dominaria alguém quando confrontada com a vastidão do universo e sua vida alternativa sendo moldada ainda mais.

‘Destruição’ (Netflix)

Provavelmente o filme mais alucinógeno da lista, com um forte impacto de Lovecraft. Não encare isso em busca de respostas, mas alimente perguntas sobre a vida, o universo e tudo.

O que o público do UOL recomenda?

No Twitter, perguntamos qual filme de invasão alienígena nossos leitores recomendaram e parece que o mestre Steven Spielberg e seu clássico “E.T. – Extra-Terrestre” permanecem insuperáveis ​​na missão de invadir os corações daqueles que o assistem. Veja dicas:

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