Luisa Mell é acusada de racismo e rebelião: “Estou lutando pela minha vida” – 6 de março de 2020

Luisa Mell foi “cancelada” nas mídias sociais ao postar na página do Instagram de sua loja com a frase “Toda Vida Importa”, que faz parte da nova campanha de seu instituto em nome dos animais.

O ativista foi criticado por postar um post em meio a protestos no Brasil e nos Estados Unidos contra o racismo O caso de George Floyd, um negro morto pela polícia americana. Nestas manifestações, o lema é “Vidas Negras Importam”, semelhante ao slogan da campanha de Luisa.

O ativista acabou no Twitter em um tópico moderno e estava procurando por ele Twitter, rebelaram-se sobre o ensino da crítica. Ela diz que pediu à empresa responsável por gerenciar o site de sua loja que mantivesse a posição para evitar problemas com o movimento negro e que ela não sabia do anúncio porque o perfil da loja na rede social foi hackeado ontem.

“Eu não trabalho nas lojas do Instagram porque é uma equipe de comércio eletrônico. Chegaram protótipos de camisetas que vamos lançar. Fui quem ordenou que fossem feitas. Eu nem sabia quem as publicou nas lojas do Instagram. E ontem à noite eles disse que a página foi hackeada. Não sei se uma coisa tem algo a ver com outra. Acho que não “, diz ele.

Luisa destaca que sua campanha com a frase “Toda Vida Importa” foi lançada no início do ano, ou seja, alguns meses antes dos protestos anti-racistas ganharem força.

Apenas as pessoas me assistem executar essa campanha por um século. Que sacola! Eu o garanti porque já pensei que as pessoas o encontrariam

Vídeo da campanha de Luisa Mell lançado em 1º de abril

“Fui a primeira pessoa a escrever que as pessoas não se sentam em cima do muro. Então todos copiaram meu post. É uma pena. Eu sempre me posiciono. Só porque acho que vidas de animais têm a ver com isso. Os negros significam menos? Nada é feito.” Muito pelo contrário. Eu respeito todas as formas de vida. “

Irritada com o “cancelamento”, Luisa declara que é sua luta pela vida e critica o governo bolonar.

As pessoas, olhem para o cara da Fundação Palmares, olhem para o presidente racista que colocam no poder. E nem sempre sou para todos os movimentos sociais, apoiando-os. Luto pela vida, pela dignidade dos mais fracos. Chega ao ponto em que as pessoas perdem a linha

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