O treinador diz que o início volátil de Amanda, cita mudanças e prevê um longo reinado 06/06/2020

Depois de dar os primeiros passos no MMA no Brasil, com cinco vitórias e apenas uma derrota, Amanda Nunes buscou vôos maiores em sua carreira. E para isso, seu foco estava indo para os Estados Unidos e ganhando mais espaço em eventos maiores. O brasileiro teve uma grande oportunidade em 2011, quando estrelou o extinto Strikeforce e derrotou Julia Budd em apenas 14 segundos de conflito. Mas até aquele momento, o atual campeão dos pesos pesados ​​do UFC (61kg) e dos leves (66kg), que neste sábado (6) está defendendo o título da categoria mais difícil contra Felicia Spencer, teve uma ajuda fundamental: Edson Carvalho, irmão de Ricardo – que abriu a porta para artes marciais do atleta em El Salvador (BA).

Em uma entrevista exclusiva para Ag.Fight, Edson lembrou como havia um processo para Amanda Nunes chegar aos Estados Unidos e ela teve essa oportunidade no evento de MMA das grandes mulheres da época. Segundo a treinadora, a baiana sempre se interessou em crescer como lutadora e, por isso, era rotineiramente convidada a levá-la para um país norte-americano, onde já morava. Ciente de seu talento, o líder da academia cumpriu o desejo de uma jovem mulher, que já estava mirando no topo do esporte.

“Viajei muito para El Salvador e sempre que chegava lá, ela e alguns outros perguntavam quando eu os levava. Como eu já havia pegado outras pessoas, mas sempre tive problemas de visto, as dificuldades eram grandes. Mas desde que não o fizesse conseguiu algumas milhas e pagou um ingresso para entrar. Ela veio para competir no campeonato de jiu-jitsu e entrou. Chegando aqui, eu tive muitas conexões com os promotores do evento Vale-Tudo e o Strikeforce era na época o único que apreciava a luta feminina Ela sempre viu o potencial nela, ela arrasou nos treinamentos, estava com muita fome, desde então ela queria lutar (Cris) ‘Cyborg’, que era uma grande estrela, eu coloquei um aluno para administrar, passei por relacionamentos. conseguiu colocar o Strikeforce (onde Amanda jogou em 2011, com duas lutas – uma vitória e uma derrota) ”, afirmou.

Mas, apesar de seu talento e força de vontade, chegar a uma grande organização também criou mais responsabilidades, além de exigir que os homens líderes mantenham alto desempenho em relação aos melhores do mundo. Na estréia, Amanda desconhecia Julia Budd, mas, segundo Edson, o caminho para vencer tinha lados positivos e negativos. Sob o escrutínio da grande mídia ao seu redor, o atual campeão do UFC também estava perdido. O treinador olhou em que direção o aluno estava andando, virando-se para o irmão para colocá-lo de volta nos trilhos e, assim, abrindo outra porta para o atleta: a equipe de ‘MMA Masters’ com a qual ele ficou de 2011 a 2014, antes de passar para American Top Team, sua equipe atual.

“Quando ela terminou com Julia Budd, ela era boa, mas ao mesmo tempo ruim. Bom, porque ela apareceu na TV e subiu muito e ruim, porque explodiu com tanta velocidade, e esse cara (seu ex-aluno), que ajudou, ficou no caminho, levantou a cabeça. Ele colocou muitas coisas ruins na cabeça dela. Foi uma explosão muito rápida. Então eu conversei com o Sensei Ricardo, que era como o pai dela, fez o que ele fez por ela. e ele a treinou duro e pediu que a levasse de volta. Ela ficou na Bahia por um tempo e depois foi procurar Cesar e Daniel Valverde, dos ‘mestres do MMA’. César era meu aluno e ele me ligou, ele não me queria assediar., mas com uma história curta, porque tem potencial, mas precisa ser guiada ”, explicou Edson.

Depois de seguir o ‘MMA Masters’, Amanda sabia que precisava entrar em contato com Edson, seu mentor por vir ao mercado de grandes mulheres do MMA. Então ela decidiu procurá-lo, esfregando a borracha em qualquer discrepância do passado. Com o restabelecimento do contato, anos depois, Carvalho viu o lutador realizar seu antigo sonho, o que ele mencionou ainda no início de sua carreira: enfrentar Cris ‘Cyborg’. Em dezembro de 2018, o baiano nocauteou o campeão anterior no peso pena e venceu o cinturão. Para o treinador, completar seu objetivo era apenas uma questão de tempo.

“Ela (Cris” Cyborg “) era a lutadora mais famosa, assim como hoje deve haver jovens que nem conhecemos e estamos começando, que precisam olhar para Amanda e querer vencê-la. Era assim na época. Ela ainda não existia, não ela tinha tantas oportunidades e ‘Cyborg’ era famosa, por isso estava olhando para o topo. O que eu sempre apreciei nela foi a firmeza que ela queria chegar lá. Ela ainda tinha um longo caminho a percorrer, mas queria chegar lá. deve ser testado., coloque no fogo. Só para você ver se ele aguenta “, disse ele.

Amanda adicionou esse título de pluma ao título, que venceu em 2016 e se tornou a primeira mulher a ter dois cinturões no UFC ao mesmo tempo. Dessa forma, a mulher baiana já começou a ser identificada como a ‘HEAD’ (abreviação em inglês dos melhores momentos) para o MMA feminino.

“Os fatos provam isso. Se ele vai ficar, não posso dizer, mas espero que sim. Quero que continue assim, porque ele tem muito potencial e ainda é novo. Ele tem o mal, essa capacidade de ver a luta. Na luta com ‘Cyborg’, percebi que ela venceria no início, quando abaixou a cabeça, em silêncio, e disse: ‘Ei, garoto, aí está você com fome’. O mesmo aconteceu com Ronda. autoconfiança e que ele já atacou. E ela já pensou nisso. Essa experiência um lutador precisa ter experiência para alcançar, desde que ele mantenha sua humildade “, acrescentou.

Amanda Nunes não sabia como era a derrota em 2014, por isso conquistou dez vitórias consecutivas no Ultimate. O último deles aconteceu em dezembro de 2019, quando, por decisão dos juízes, ele derrotou Germaine De Randamie e manteve o título de galo. Agora com penas, a brasileira não joga desde 2018, quando derrotou Crisa ‘Cyborg’. Se ele reter a coroa, o baiano será o primeiro lutador da história a defender dois títulos da organização.

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